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terça-feira, 17 de janeiro de 2017
Pedro Valadares: profissional criativo do mercado publicitário sergipano
Em 1991, ao lado dos publicitários José Carlos Góes Montalvão e Antônio
Oliveira Freire (Piúga), tive a satisfação de conhecer o grande publicitário
sergipano que rompeu barreiras geográficas do mercado local, Pedro Valadares.
A Montalvão Publicidade era uma das agências mais premidas na década de
90. Eu adorava ver os quadros com os certificados do Prêmio Colunistas. Ainda
me lembro da campanha publicitária "Aracaju, o melhor final de semana da
Bahia", produzida pela equipe Montalvão. Quanta criatividade, quanto Ouro
nas premiações!
Sinto-me lisonjeado em ter conhecido e trabalhado ao lado de brilhantes
profissionais do mercado criativo sergipano. Eu atuava na humildade profissão
de office-boy e tráfico publicitário. Eram dias de lutas e glórias, entregando
as peças publicitárias nos veículos de comunicação. Levava os magníficos
comerciais gravados nas fitas analógicas U-matic Sony para as emissoras TV
Sergipe, TV Atalaia e TV Jornal. Também era da minha responsabilidade pegar as
seleções de fotos publicitárias com os fotógrafos Álvaro Virella e Sílvio. Eles
revelavam as chamadas publicitárias para anúncios (ampliação ou redução), já
que todo o processo de criação e finalização das peças publicitárias era
manual, por meio de canetas nanquins, réguas, compassos, letras decalques
Trident, caneta aerográfica e muito espelho em papel manteiga.
Entre a entrega das artes de outdoor na Superlux e Aracaju Outdoor e
gravações externas de VT (naquele momento eu estava aprendendo ao lado dos
editores Sérgio Almeida, Tarcísio Duarte e do cinegrafista Jairo Júnior a
operar o equipamento de áudio), conheci Pedro Valadares. Pessoa simples, de gesto
afável, muito bem educado, gostava de conversar e sempre tinha uma piada bem
humorada. Pedro não media esforços em instruir os jovens profissionais,
orientando processos e ofertando direções criativas. Com o passar do tempo, o
grande profissional desembarcou na mega agência Salles, na região sudeste. No
meu ponto de vista, Pedro é uma grande referência para o mercado publicitário
local.
Em outubro de 2015, eu tive o privilégio de encontrar Pedro Valadares na
campanha para presidente da OAB/Sergipe, do advogado Emanuel Cacho. Trabalhamos
juntos, seguindo as diretrizes do coordenador de marketing César Gama. Nada
mudou, ele continua sendo uma pessoa brilhante, excelente profissional e um bom
contador de história.
Ser publicitário era uma tarefa árdua naquele momento, não existia
internet, books de imagens digitais, marcas prontas para serem copiadas e
coladas, ou campanhas com conceito fotográfico ou publicitário plagiado. Não
bastava ser publicitário, tinha que ser criativo nos anos 80 e 90.
quarta-feira, 14 de janeiro de 2015
Dança das contas no mercado publicitário do Brasil
Muitos empreendedores, empresários e profissionais liberais querem esquecer o trágico ano de 2014. A economia ficou praticamente estagnada. O fato do Brasil realizar a Copa do Mundo 2014 atrapalhou o planejamento de algumas empresas. Alguns mercados obteve lucro, outros acumularam prejuízos. Temos que lembra que a eleição eleitoral, a mais disputadas de todos os tempos, posteriormente ao processo de redemocratização nacional, deu um pitada no tempero de acúmulo de prejuízos. Segundo a matéria do principal meio especializado publicitário do Brasil, Meio&Mensagem, editada por Alexandre Zaghi Lemos, em 13 de janeiro de 2015, explica o cenário que as agências publicitárias vêm enfrentando desde o ano passado.
Ele cita alguns pontos que vale a reflexão no planejamento estratégico das maiores agências do Brasil:
"O andar no escuro de muitas concorrências da iniciativa privada, a burocracia das licitações públicas, a paciência com as longas prospecções, o investimento na evolução de bons relacionamentos pessoais para parcerias comerciais e a aposta no reconhecimento do trabalho realizado anteriormente, com aumento de participação em verbas já atendidas ou a chegada espontânea de novas contas. Esses são alguns dos caminhos possíveis para as áreas de novos negócios das agências de publicidade — que em muitas delas não é um departamento formalmente constituído, mas uma responsabilidade que ocupa boa parte do tempo de diretores de diversas disciplinas", Alexandre Zaghi Lemos.
Analise a dança das cadeiras das contas publicitárias no Brasil.
Ele cita alguns pontos que vale a reflexão no planejamento estratégico das maiores agências do Brasil:
"O andar no escuro de muitas concorrências da iniciativa privada, a burocracia das licitações públicas, a paciência com as longas prospecções, o investimento na evolução de bons relacionamentos pessoais para parcerias comerciais e a aposta no reconhecimento do trabalho realizado anteriormente, com aumento de participação em verbas já atendidas ou a chegada espontânea de novas contas. Esses são alguns dos caminhos possíveis para as áreas de novos negócios das agências de publicidade — que em muitas delas não é um departamento formalmente constituído, mas uma responsabilidade que ocupa boa parte do tempo de diretores de diversas disciplinas", Alexandre Zaghi Lemos.
Analise a dança das cadeiras das contas publicitárias no Brasil.
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