quinta-feira, 7 de março de 2024
Projeto de Lei para Motoristas de Aplicativo aponta avanços e críticas
sexta-feira, 1 de setembro de 2023
Economia do Brasil cresce no segundo trimestre 2023
A economia brasileira registrou um aumento de 0,9% no segundo trimestre deste ano em comparação com os primeiros três meses, surpreendendo as expectativas dos analistas do mercado ao superar as previsões.
O Produto Interno Bruto (PIB), que representa a soma de todos os bens e serviços produzidos no país, atingiu R$ 2,651 trilhões. Esses números foram divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta sexta-feira (1º).
Em relação ao segundo trimestre do ano anterior, a economia do Brasil apresentou um avanço de 3,4%, enquanto o PIB acumula uma alta de 3,2% no período de 12 meses.
Foto Destacada: Freepik/Jcomp
quinta-feira, 17 de agosto de 2023
TSE reforça rigor contra 'candidaturas fictícias' para cumprir cotas de gênero
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) está atento à possibilidade de candidaturas fictícias femininas para cumprir as cotas de gênero, reforçando que tais práticas não serão aceitas nos próximos pleitos eleitorais.
A ministra substituta Edilene Lobo, primeira mulher negra a ocupar um cargo no tribunal, enfatiza que candidatos eleitos por meio dessa estratégia arriscam a cassação de seus mandatos.
Nos últimos pleitos eleitorais, indícios de fraude envolvem baixa votação, ausência de propaganda eleitoral, falta de recursos em campanhas femininas e pouca participação de mulheres.
Além disso, a ministra ressalta a importância da inclusão de mulheres negras na esfera pública como parte do cumprimento da Constituição Federal.
Foto Destacada: Freepik
Desafios e oportunidades da implantação da Inteligência Artificial (AI)
De acordo com informações do site Meio&Mensagem, Marcio Cavalieri, do Grupo RPMA, enfatizou a transformação que a Inteligência Artificial (AI) está trazendo aos negócios, destacando a necessidade de adaptação. A IA impulsiona processos, porém, requer investimentos em infraestrutura e capacitação.
Para gestores de micro, pequenas e médias empresas que buscam incorporar a IA em seus modelos de negócios, será essencial investir em tecnologia e capacitação da equipe. Contratar ou desenvolver líderes com habilidades em IA será fundamental para enfrentar os desafios que se aproximam.
Comparada à Web3, que enfoca descentralização e autoridade dos usuários, a IA está ganhando terreno. Sua utilidade imediata a torna atrativa para empresas que buscam automatizar diversos processos de trabalho. Além disso, a IA pode fortalecer a Web3, com líderes de IA liderando a transformação digital das empresas.
Os líderes em Inteligência Artificial desempenham um papel crucial na preparação das empresas para a revolução tecnológica. Eles definem estratégias, promovem treinamentos e implementam práticas éticas.
A Inteligência Artificial está moldando o futuro dos negócios, não apenas otimizando processos internos, mas também impactando diretamente nos mercados físicos e digitais.
Foto Destacada: ArtPhoto_Studio / Freepik
quinta-feira, 19 de janeiro de 2023
Maioria dos endividados brasileiros em 2022 era mulher e jovem
Índice de famílias endividadas chegou a 77,9%, um recorde histórico
A Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do
Consumidor (Peic) anual mostra que o perfil da pessoa endividada no Brasil é de
uma mulher, com menos de 35 anos e ensino médio incompleto, moradora das
regiões Sul ou Sudeste, cuja família recebe até dez salários mínimos. A
pesquisa foi divulgada hoje (19) pela Confederação Nacional do Comércio de
Bens, Serviços e Turismo (CNC).
Na série histórica, iniciada em 2011, o ano bateu
recorde: 77,9% das famílias estavam endividadas em 2022, uma alta de 7 pontos
percentuais em relação a 2021 e de 14,3 se comparado com 2019, antes da
pandemia de covid-19. O índice mais baixo foi registrado em 2018, quando 60,3%
das famílias estavam com dívidas.
O presidente da CNC, José Roberto Tadros, destacou que
a pandemia reverteu a tendência de queda no endividamento que era registrada
até 2019, especialmente entre os mais pobres. Segundo ele, os “efeitos
perversos” da pandemia, com o fechamento de negócios e o aumento do número de
desempregados, e no pós-pandemia, o avanço da inflação, fez com que as famílias
com rendas mais baixas precisassem recorrer ao crédito para manutenção do
consumo de primeira necessidade.
“Enquanto entre as famílias de maior renda foi a
retomada do consumo reprimido que levou a maior contratação de dívidas. Esses
fatores geraram o aumento no número de endividados em 2022 no país”, afirmou
Tadros.
Recorde de superendividamento
A Peic anual indicou que, do total de endividados,
17,6% se consideraram muito endividados, a maior proporção da série histórica.
A cada dez famílias com renda mais baixa, duas comprometeram mais da metade da
renda mensal para o pagamento das dívidas. Já entre aqueles com maiores salários,
o índice cai pela metade, o que sugere que o superendividamento está
concentrado entre os mais pobres.
“Em média, durante 2022, o brasileiro gastou, a cada
R$ 1 mil, R$ 302 em dívidas. No total, 70% das famílias comprometeram pelo
menos 10% da renda com essa finalidade. Mais de 1/5 dos endividados tiveram de
gastar, no mínimo, metade do salário para pagar dívidas”, diz a CNC.
O diretor de Economia e Inovação da CNC, Guilherme
Mercês, afirmou que é importante que sejam adotadas medidas que possibilitem
uma redução nos juros e na inflação, com uma nova âncora fiscal para a gestão
das contas públicas.
“Em mais de dez anos, nunca as pessoas se sentiram tão
endividadas, e o que a Peic demonstra é que o superendividamento é
principalmente um problema para as famílias de baixa renda. Se esse
endividamento diz respeito ao custo dos créditos e da inflação, um dos fatores
essenciais para resolver isso é ter uma economia brasileira com juros mais
civilizados, porque taxa de juros alta é sinônimo de dívidas caras, sempre”,
disse Mercês, durante coletiva de imprensa no Rio de Janeiro.
Para o diretor, programas de renegociação de
endividamento como os que estão sendo anunciados pelo governo federal são
fundamentais e “estancam as angústias das pessoas e famílias”. “Mas, em termos
estruturais, o que vai resolver esse problema é uma taxa de juros mais baixa”,
ressaltou.
Foto Destacada: Tânia Rego / Agência Brasil
Fonte: Agência Brasil
Contribuição do MEI subirá para R$ 65,10 em fevereiro
Valor segue salário mínimo de R$ 1.302, que valerá até maio
O aumento, de 7,43%, segue o reajuste do salário
mínimo, que passou de R$ 1.212 no ano passado para R$ 1.302 este ano, conforme
estipulado por medida provisória editada em dezembro pelo governo passado.
O reajuste valerá apenas para os boletos com vencimento
a partir de 20 de fevereiro. A cota deste mês, que vence em 20 de janeiro,
continuará a ser paga pelo valor antigo, de R$ 60,60.
Para os MEIs caminhoneiros, que contribuem mais para a
Previdência Social, o valor passará de R$ 145,44 para R$ 156,24. Caso o salário
mínimo passasse para R$ 1.320, o valor aumentaria para R$ 158,40.
Centrais sindicais
Após reunião do presidente Luiz Inácio Lula da Silva
com as centrais sindicais, Marinho afirmou que o salário mínimo não será
reajustado para R$ 1.320 antes de maio. “Hoje é R$ 1.302 e, em maio, pode ser
que haja alteração a partir do trabalho que vamos construir [em conjunto com as
centrais sindicais]”, declarou o ministro.
Também no evento, o presidente Lula indicou que
pretende retomar a política de reajuste que vigorou entre 2011 e 2019, com o
salário mínimo subindo pela inflação do ano anterior mais o crescimento do
Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e dos serviços produzidos). Ainda não
está claro se a variação do PIB considerará o crescimento de dois anos antes ou
do ano imediatamente anterior.
Recolhimento
Profissionais autônomos com regime tributário e
previdenciário simplificado, os microempreendedores individuais recolhem 5% do
salário mínimo por mês para o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Os
MEIs caminhoneiros contribuem com 12% do salário mínimo.
O restante da contribuição mensal varia conforme o
ramo de atuação. Os trabalhadores que exercem atividades ligadas ao comércio e
à indústria pagam R$ 1 a mais referente ao Imposto sobre a Circulação de
Mercadorias e Serviços (ICMS), administrado pelo estado onde moram. Os
profissionais que executam serviços recolhem R$ 5 a mais de Imposto sobre
Serviços (ISS), administrado pelo município onde habitam.
Ao contribuírem para o INSS, os microempreendedores
individuais passam a ter direito à aposentadoria por idade, auxílio-doença,
salário-maternidade, auxílio-reclusão e pensão por morte. Além disso, a Receita
Federal fornece um Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) aos MEIs, que
podem emitir notas fiscais e obter crédito com condições especiais.
O boleto mensal do Documento de Arrecadação
Simplificada do MEI (DAS-MEI) pode ser gerado no Portal do Empreendedor. As
parcelas vencem no dia 20 de cada mês.
Foto Destacada: Foto: José Cruz / Agência Brasil
Fonte: Agência Brasil
quarta-feira, 30 de agosto de 2017
Confira o Desing de Embalagem da água potável Anheuser-Busch: Marketing para Causas Sociais
O NHC (Centro Nacional de Furações dos EUA, na sigla em inglês) afirmou que inundações catastróficas iriam acontecer e que a tempestade ficaria estacionada por dias nos estados, causando prejuízos e risco de vida.
De acordo com a imprensa internacional são mais de 300 mil consumidores sem energia elétrica no Texas e na região de Corpus Christi.
quarta-feira, 11 de abril de 2012
MATÉRIA DA EXAME.COM - "O Brasil pode ficar para trás", afirma Michael Porter
Boston - Nunca houve um momento tão favorável para economias emergentes na história como o atual. O crescimento, no entanto, pode mascarar fragilidades capazes de minar a prosperidade desses países nos próximos anos. O alerta é do americano Michael Porter, maior especialista em estratégia e competitividade do mundo.
Professor da Harvard Business School e diretor do ranking de competitividade das nações do Fórum Econômico Mundial, ele condena duramente o papel do governo brasileiro na criação de um ambiente de negócios eficiente.
Na sala de reuniões de seu escritório, localizado num pequeno prédio de dois andares no campus deHarvard, em Boston, Massachusetts, ele deu a seguinte entrevista a EXAME.
EXAME - Diante da crise persistente que abate países ricos, pode-se dizer que a definição de competitividade mudou no mundo atual?
Michael Porter - Competitividade é um conceito atemporal e se apoia em duas condições básicas, no caso dos países. Em primeiro lugar, as empresas locais têm de conseguir competir em mercados globais. Ao mesmo tempo, o padrão de vida de seus habitantes tem de melhorar. Sem nenhuma dessas duas condições, o país não é competitivo. E somente o ganho de produtividade permite conciliá-las.
EXAME - Por que os países ricos perderam competitividade?
Michael Porter - Os mercados emergentes cresceram rapidamente e os países ricos não seguiram o mesmo ritmo de progresso. A globalização começou na década de 70 e os países ricos se deram bem no começo porque as nações emergentes eram ineficientes.
Ao mesmo tempo que as nações emergentes melhoraram, os países mais ricos passaram a enfrentar o envelhecimento da população — e o consequente aperto no orçamento, sobretudo nas áreas de saúde e previdência. A combinação dos dois fatores é um fenômeno relativamente novo no cenário mundial.
EXAME - Em sua opinião, os países emergentes estão aproveitando a oportunidade?
Michael Porter - Economias emergentes, como o Brasil e alguns países da Ásia, beneficiaram-se de fatores como a explosão dos recursos naturais. Isso faz parecer que um país é próspero. A verdade é que a prosperidade que se vê muitas vezes não decorre do ganho de produtividade. Os países emergentes têm agora uma grande oportunidade.
É mais fácil melhorar quando você é fraco, copiando os líderes. O envelhecimento da população ainda não é um problema crítico. Mas a prosperidade não será automática e linear nos próximos anos. Não sei se a era de ouro vai durar mais três ou dez anos. Desafios vão surgir. Já temos um ajuste de salários. A diferença de salários entre trabalhadores indianos ou chineses e americanos já diminuiu.
Abusa de baixos salários e da intervenção excessiva do governo. Algumas dessas políticas funcionam no curto prazo, mas vão custar caro com o tempo. Esse cenário não vai permitir que a economia chinesa se torne vibrante no futuro.
EXAME - De que maneira essa postura pode ser um problema no futuro?
Michael Porter - Salários baixos são uma fonte temporária de competitividade. Salários baixos não constroem países competitivos. Esses países não deveriam se preocupar se os salários estão se tornando mais altos — eles deveriam deixá-los subir, porque isso vai criar prosperidade.
A China distorceu elementos da competitividade e criou um jogo de ganha-perde com o resto do mundo. Mas não será capaz de crescer no futuro com esse modelo. Sem proteção de propriedade intelectual, por exemplo, não existe inovação, e isso vai ser um problema.
EXAME - Quais são os outros fatores que podem atrapalhar o crescimento de países emergentes?
Michael Porter - Em países como o Brasil, o papel do governo é, francamente, um desastre. O governo é muito burocrático. Os impostos são complexos e pesados. O Brasil tem muitos recursos, gente inovadora. Mas o peso do setor público atrasa o crescimento do país.
O governo conquistou estabilidade macroeconômica, mas em termos microeconômicos não avançou muita coisa. O Brasil terá de se transformar nos próximos 20 anos. Ou então ficará para trás. Não é um problema para os próximos dois ou três anos. Mas será um problema daqui a dez ou 15 anos.
EXAME - Qual é o melhor exemplo de país que tenha superado o excesso de burocracia?
Michael Porter - É difícil achar uma referência comparável ao Brasil, pelas suas dimensões. A Indonésia se livrou de problemas ao simplificar o governo. A Colômbia também fez rápido progresso no ambiente de negócios quando o governo passou a atrapalhar menos.
Michael Porter - Negócios bem-sucedidos são a base de uma economia próspera. A indústria cria empregos, paga impostos e faz a economia crescer. Governos não podem criar riqueza. Negócios criam riqueza. E a maneira correta de garantir que isso aconteça não é com monopólio ou distorções.
EXAME - Alguns países, inclusive o Brasil, têm recorrido a barreiras protecionistas para frear a concorrência estrangeira. O que o senhor acha dessa estratégia?
Michael Porter - É algo tentador, mas quase nunca funciona. Uma vez que você começa a fazer isso é difícil parar. E, protegidos, os negócios locais não melhoram. Um dos casos raros em que o protecionismo resultou em melhora é o da Coreia, onde as companhias locais promovem um ambiente competitivo suficiente para gerar produtividade. No Japão, há evidência de maior sucesso em áreas não protegidas. E o desempenho de setores protegidos foi um fiasco.
EXAME - A competição global pode se tornar um jogo em que todos ganham?
Michael Porter - A competitividade não é necessariamente um jogo de soma zero, em que um país ganha se o outro perde. A convivência sem barreiras pode ser produtiva para todos. Hoje, todo país precisa ter multinacionais — tanto empresas de fora em seu território quanto empresas locais com presença internacional.
Se você entende que produtividade é algo que define a competitividade, então você vai querer multinacionais de classe mundial em seu território. Essa é uma razão pela qual o protecionismo é uma ideia morta atualmente.
EXAME - Ainda estamos distantes de uma recuperação da crise?
Michael Porter - Vivemos a mais lenta recuperação de uma crise na história americana. Num levantamento que fizemos na universidade, descobrimos que o declínio da competitividade americana começou no fim dos anos 90. Ainda temos uma massa de empreendedores fenomenal e centros tecnológicos de ponta.
É preciso, no entanto, recuperar fundamentos como infraestrutura e educação básica. Há um grande caminho para as empresas americanas no que se refere também ao ganho de produtividade. Uma crise raramente decorre de forças impossíveis de conter. Quase sempre resulta de um conjunto de decisões. É uma questão de fazer as escolhas certas.
quinta-feira, 5 de janeiro de 2012
Projeto de Pesquisa: análise do mercado surfwear na cidade de Aracaju
CURSO DE PÓS-GRADUADAÇÃO EM MARKETING
DISCIPLINA: COMPORTAMENTO DO CONSUMIDOR
PROFª: VERA LÚCIA NOVAES PROVINCIALI
ALUNO: CARLOS FABRÍCIO RIBEIRO DA CRUZ
PROJETO DE PESQUISA: ANÁLISE DO MERCADO SURFWEAR NA CIDADE DE ARACAJU.
ARACAJU/SE
NOVEMBRO - 2008
1. INTRODUÇÃO








